triagem local · nada sai do aparelho

Pare de apagar foto no chute.

Quando o celular enche, todo mundo faz a mesma coisa: rola a galeria por vinte minutos, apaga umas trinta fotos e libera 400 MB. Enquanto isso os 12 GB de verdade continuam lá — nas rajadas repetidas, nos vídeos esquecidos e nas tremidas que você nunca ia olhar de novo.

Abrir a ferramenta Ver como funciona Sem cadastro. Sem upload. Roda no navegador.

o caminho

Três passos, e o terceiro é trancado.

A ordem não é sugestão. O botão de apagar só destrava depois que a conferência passa — porque exportar e torcer é como a maioria das pessoas perde foto.

PASSO 1

Separar

Aponte para a pasta ou escolha as fotos. Em segundos aparece a fita de ocupação: quanto cada tipo de lixo digital está comendo do seu armazenamento.

PASSO 2

Marcar e copiar

Você risca o que sai. Cada arquivo é copiado por fluxo para a pasta “Para Mover” e recebe um SHA-256 gravado num manifesto.

PASSO 3 · TRANCADO

Conferir, então apagar

A ferramenta relê tudo que gravou e compara com o manifesto. Só se bater você recebe a lista do que pode ser apagado do celular.

o que ela acha

Oito tipos de peso morto.

Em repetidas e quase iguais, a mais nítida do grupo é eleita, marcada MANTER e fica impossível de selecionar. Você nunca fica sem nenhuma cópia da cena.

Desfocadas

Variância do laplaciano normalizada pelo contraste — para que foto noturna nítida não reprove junto.

Tortas

Histograma de orientação das bordas. Prédio, documento, quadro, horizonte fora do eixo.

Escuras e estouradas

Luminância e pixels ceifados. O que não tem informação para recuperar.

Repetidas

Hash perceptual de 64 bits. Reenvios, prints do mesmo print, cópias de backup.

Quase iguais

As rajadas. Sete tentativas do mesmo grupo em que só uma prestou.

Capturas de tela

PNG de print pesa muito mais que a foto que você tirou naquele dia.

Recebidas em apps

Bom dia, meme, comprovante. Mídia de grupo que nunca foi sua.

Arquivos grandes

Onde mora 60 a 80% do espaço de um celular cheio: os vídeos.

o que ela não faz

Os limites, ditos na cara.

Ferramenta que promete perfeição em foto é ferramenta que vai te fazer perder alguma. Estes são os pontos cegos, todos com teste automatizado marcando o lugar.

  • 01Retrato e macro podem cair em “desfocadas”. O desfoque de fundo é proposital e a matemática não sabe da sua intenção. A tela avisa antes de você marcar.
  • 02Foto noturna muito granulada pode escapar. Ruído de ISO alto sobe numerador e denominador juntos. É limitação conhecida da métrica, não bug.
  • 03O ângulo erra de 1 a 5 graus e só vale onde existem linhas retas. Serve para triagem, não para girar foto no automático.
  • 04HEIC não abre no Chrome nem no Firefox. Esses itens vão para “não analisadas” e continuam exportáveis — copiar bytes não exige decodificar imagem.
  • 05O navegador não apaga da sua galeria. Nenhum apaga, e quem diz que apaga está mentindo. Você recebe a lista exata e apaga pelo app de fotos.

privacidade

Suas fotos não vão para lugar nenhum.

Não existe servidor nesta história. A análise roda em workers dentro do seu navegador, a cópia vai direto para a pasta que você escolheu, e o cache guarda só o casco da página — nunca as suas imagens. Ligue o modo avião e ela continua funcionando.